A culinária italiana

De todas as cozinhas do mundo talvez a italiana seja a mais simples e regional e, por isso mesmo, famosa e copiada universalmente. Cada pedacinho da Itália representa uma pluralidade de ingredientes, sabores e modos de preparo. Se o vinho italiano, considerado alimento no país europeu, representa cada terroir, com a culinária não é diferente: respeita-se e valoriza-se os sabores locais.


Afinal, o que é glúten?

Há alguns anos o glúten se tornou o vilão da alimentação de grande parte da população. Mas, afinal, o que é o glúten?

De acordo com a FENACELBRA (Federação Nacional das Associações de Celíacos no Brasil) , glúten é o conjunto de proteínas encontradas nos cereais e é responsável pela elasticidade e aderência que facilita o preparo do alimento. Ao ser absorvido pelo organismo, é usado para o ganho de massa magra e se torna fonte de energia e proteína.

Segundo Ester Benatti, secretária executiva da
FENACELBRA, para
efeitos de controle da doença celíaca se estabeleceu mundialmente que
glúten, em alimentos industrializados, refere-se às proteínas presentes no
trigo, cevada e centeio. Ele pode ser encontrado em alimentos como massas, bolachas,
pães, bolos, cerveja, entre outros. Além disso, está presente na composição
de cosméticos, produtos de higiene, produtos de limpeza, de material escolar,
na fabricação de bolsas e calçados e até em material de construção. É indicado
ficar sempre atento às informações do rótulo.

O glúten é, frequentemente, ligado à prisão de ventre e aumento de peso, e em alguns casos está relacionado à obesidade, porém estudos recentes publicados pelo jornal Gastroenterology provam que a ingestão dessa substância não causa nenhum problema gastrointestinal em indivíduos normais, sendo nocivo apenas para quem possui a doença celíaca.

Benatti explica que o glúten em si não tem um grande valor nutricional e que é mito que a retirada do glúten da alimentação pode fazer com que a pessoa desenvolva sensibilidade à substância.