O mapa da culinária italiana

Que os brasileiros têm apreço pela culinária italiana a gente já sabe e você pode ler de novo aqui. Mas você conhece a origem das suas receitas prediletas? Acompanhe aqui o nosso mapa da culinária italiana e confira!

Lasanha à Bolonhesa

Essa receita clássica, muito presente nas mesas brasileiras aos domingos, é uma combinação de folhas de massas e carne ao molho de tomate. A origem é a Emília-Romagna e existe uma polêmica com o prefeito de Bolonha que afirma que a nossa bolonhesa é fake! Divergências à parte, é assim que a conhecemos e é praticamente impossível desvincular a receita à moda brasileira ao nome. Ficou com vontade? Dá uma olhadinha aqui:

Linguine ao Pesto

A receita legítima vem de Gênova, na região da Ligúria, e leva manjericão genovês (aquele de folhas maiores), com pinoli, alho e sal, queijo parmesão ou pecorino ralados, misturados com azeite de oliva extravirgem e temperado com pimenta preta. O ideal é misturar todos os ingredientes com um pilão, mas também podem ser feitos num mixer ou até mesmo no liquidificador. A Paganini traz o autêntico molho pesto italiano da Itália para a sua mesa, conheça aqui.

Tagliatelle com Ragu

Receita do Vêneto, que combina perfeitamente essa massa de fitas longas com o tradicional molho de carne, com cenoura e salsão e que deve ficar bastante tempo na pressão,


Azeite de oliva extravirgem em tempos de Quaresma

Conheça um pouco da história, da produção e dos benefícios do azeite de oliva extravirgem.

As oliveiras, árvores das azeitonas, têm uma história tão antiga e rica quanto a das videiras que dão as uvas. Apesar de ninguém saber exatamente onde elas se originaram, existem indícios que datam de milhares de anos, reforçando que azeite e vinho são delícias conhecidas desde que o mundo é mundo.

Historicamente, estudiosos afirmam que, em aproximadamente 6.000 a.C, a população da Mesopotâmia untava o corpo com azeite para se proteger do frio. Posteriormente, fenícios, sírios e armênios também começaram a utilizá-lo para curar feridas ou para amaciar a pele e os cabelos. A dissipação para a Europa e Ocidente foi mérito dos gregos e romanos, sendo que os gregos foram os primeiros a exportar o produto.

Os árabes que habitavam a Espanha também começaram a cultivar as oliveiras e a extrair o azeite para, entre outros usos, acender as lamparinas. Por muito tempo a iguaria ficou restrita aos povos mediterrâneos, até que no século XVI os espanhóis a levaram para o Peru, Chile e México e, posteriormente, para os Estados Unidos da América. A saber, o nome azeitona surgiu do árabe az-zaitunâ e azeite de az-zait (suco da azeitona).

Da azeitona até a sua mesa

Clima seco e quente, além de muita luminosidade, é preferência das oliveiras.